Botafogo x Fluminense: Clássico Vovô é tema de chá de revelação e viraliza nas redes sociais

Botafogo x Fluminense: 'Clássico Vovô' é tema de chá de revelação e viraliza nas redes sociais

Em entrevista ao FOXSports.com.br, o casal Gabriela e Nikolas contou a rivalidade sadia e de Bella, pequena botafoguense que vem por aí

Guilherme Moreno

Botafogo e Fluminense vivem momentos parecidos dentro do Campeonato Brasileiro. O Glorioso e o Tricolor das Laranjeiras brigam contra o rebaixamento para a Série B. No entanto, fora das quatro linhas, uma história incrível marcou um “Clássico Vovô” à parte. De um lado, Gabriela Alvim, estudante de pedagogia, do outro, Nikolas Bessa, formado em jornalismo. O casal, que está junto há nove anos, realizou um chá de revelação para anunciar o sexo – e o futuro time de coração – do bebê que vem por aí.

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Em entrevista ao FOXSports.com.br, Bibi, como é carinhosamente chamada por Nikolas e pelos amigos, contou de onde surgiu a ideia. De família fanática botafoguense, enquanto ele é de família tricolor, o casal decidiu se fosse menina, seguiria a Estrela Solitária dela. Se fosse menino, seguiria o Time de Guerreiros do pai. Melhor para Gabriela que poderá levar Bella ao Nilton Santos.

"Eu namoro com o Nikolas há 9 anos. Nesse meio tempo a gente foi, voltou e, desde o início do namoro, a gente sempre disse que, se tivéssemos um filho, teríamos que fazer um trato. Eu sou botafoguense doente, ele é tricolor doente. Então, se deixasse para a criança escolher, ia ficar uma guerra. Para evitar qualquer briga, algum conflito entre a gente, combinamos que nosso primeiro filho, se fosse menina, seria botafoguense, já se fosse menino, seria Fluminense", contou.

O chá de revelação aconteceu no último final de semana, no domingo (3 de novembro), na Gávea, bairro da Zona Sul do Rio de Janeiro. Diante de amigos e familiares, os balões foram estourados até o último trazer a felicidade para os Alvinegros presentes. Veja o exato momento abaixo:


Para Nikolas, o momento foi um misto de felicidade pela chegada de Bella e certa “tristeza” por não poder levar a filha na torcida do Fluminense. Mesmo assim, afirmou que terá respeito pelo trato e que não tentará ‘virar a casaca’ da pequena Bella que vem por aí.

"Foi um misto de tristeza, felicidade. Porque eu sempre quis menina, mas sempre quis ter um filho que fosse Fluminense. Esse acordo foi mais para não ter uma entre a gente, entre as famílias, podendo virar um caos. Então fizemos esse acordo. Eu escolhi o menino para ser Tricolor porque menina, sendo de outro time, talvez seria mais fácil de puxar para mim. É um combinado que eu vou seguir e minha família, amigos vão acabar respeitando. Sei que todo mundo queria que fosse Tricolor. Mas do outro lado também tem uma pessoa que é apaixonada por futebol, pelo time dela", revelou o pai.

Gabriela ainda contou da sua paixão pelo Botafogo e o que fazer para a filha não ter a possibilidade de torcer para outro time. Se for hereditário, Bella puxará o amor pelo Glorioso assim como Bibi puxou de seu pai. A estratégia será a mesma: levar ao estádio.

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"Eu acho que torcer para outro time que não seja Fluminense ou Botafogo, ela não vai. Não é uma possibilidade, porque ela vai aprender desde que sair da minha barriga a detestar o Flamengo e o Vasco. Mas, não tenho medo. Eu vou a todos os jogos. Tenho muitos amigos botafoguenses, a minha família é botafoguense. Eu acho que não tem como ela sair dessa influência. Eu, pelo menos, fiquei botafoguense doente porque meu pai me levou ao estádio. Me levava no Caio Martins, me levava no Luso Brasileiro, no Maracanã, ao Nilton Santos. Eu acredito que levar ao estádio é uma forma de passar o amor", finalizou.

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Crédito da foto: Arquivo Pessoal

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