Polícia Civil explica prisão do ex-jogador Roni por fraude financeira e diz que clubes foram vítimas

Polícia Civil explica prisão do ex-jogador Roni por fraude financeira e diz que clubes foram vítimas

Ex-Flu, Fla, Santos, São Paulo, Cruzeiro e Galo é investigado por falsificar dados e aumentar arrecadação. Presidente da Federação Brasiliense e mais sete também foram detido

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A Polícia Civil prendeu na tarde de sábado (25 de maio) o ex-jogador, e agora empresário, Roni. O ex-atacante é suspeito de fraude financeira em partidas realizadas no Mané Garrincha. Além dele, o presidente da Federação de Futebol do Distrito Federal, Daniel Vasconcelos, também foi detido.

“A operação foi criada para investigar fraude em jogos de futebol. Uma empresa de eventos e um de venda de ingressos, se uniram para fraudar eventos esportivos. A empresa comprava jogos, trazia para Brasília e para outras praças, e realizava fraude na contagem dos ingressos. Divulgando um público menor que o real”, contou o Coordenador Especial de Combate e ao Crime Organizado, Leonardo de Castro.  

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Os dois foram envolvidos na operação chamada "Episkiros", realizada por agentes da Coordenação Especial de Combate ao Crime Organizado da Polícia Civil do DF. Também são apontados na investigação indícios de outros crimes como associação criminosa, falsidade ideológica, estelionato majorado e sonegação fiscal.

“Foram apreendidos mídias, bancos de dados, ingressos, 100 mil reais em dinheiro, além de uma arma na casa do presidente da Federação.  Os sete indivíduos presos ainda são suspeitos. As investigações estão em andamento”, detalhou o Leonardo.

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Roni é suspeito de integrar um grupo especializado em fraudar os borderôs. Segundo os investigadores, era informado um valor de arrecadação menor para pagar menos de aluguel e impostos.

“No Distrito Federal, a renda bruta faz diferença no preço cobrado pelo aluguel. Informando menos, pagavam menos. Além, é claro, de diversos impostos. A um indicativo muito grande que as fraudes realmente aconteceram”, explicou o Diretor da Divisão de Repressão aos Crimes Contra a Ordem Tributária, Ricardo Gurgel.

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Por fim, Gurgel afirmou acreditar que os clubes que negociaram jogos com a empresa, assim como as Federações mandantes são vítimas.

“Ao que parece, as Federações são vítimas, assim como os clubes. Isso porque os clubes normalmente fecham um valor fixo pela venda do jogo, com uma cláusula que, se ultrapassar certo número de torcedores, eles receberiam um percentual a mais”, conclui o diretor.      

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Crédito da foto: Vítor Silva/Botafogo

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