Clubes da Bundesliga se opoem a reforma da Champions League

Clubes da Bundesliga se opõem à reforma da Champions League

Bayern de Munique e Borussia Dortmund já haviam se manifestado contra as mudanças na competição

Gazeta Press

Os 36 clubes profissionais da Liga Alemã de Futebol (DFL) se opuseram, “de forma unânime”, aos projetos de reforma da Champions League, conforme indicado pela própria entidade nesta quarta-feira (15 de maio), após Assembleia Geral realizada.

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“O conceito da Associação Europeia de Clubes (ECA) atualmente em discussão teria consequências inaceitáveis para as ligas nacionais da Europa e não deve ser aplicado nesta forma”, indicou a DFL em comunicado oficial. A Liga se preocupa, segundo a AFP, especialmente com possíveis incompatibilidades de calendário e com a dificuldade de acesso à competição por parte dos clubes menores.

Os dirigentes do Bayern de Munique e do Borussia Dortmund, os dois maiores clubes alemães, já haviam se declarado contrários à reforma, já a Federação Francesa de Futebol (FFF) e a Liga de Futebol Profissional (LFP) da França anunciaram nesta quarta a intenção de realizar, daqui a alguns dias, uma proposta alternativa.

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“Na Federação, trabalhamos nos últimos dias para tentar convencer um certo número de pessoas para que trabalhem em uma proposta que altere este projeto da Uefa”, explicou o presidente da FFF, Noël Le Graët, após uma assembleia geral com a presença de 16 equipes da Ligue 1 e 17 da Ligue 2. Na França, apenas o PSG se mostrou abertamente favorável às mudanças.

O projeto da Uefa é revolucionar a Champions League, constituindo uma fase de grupos que passaria a ter quatro chaves de oito equipes, em vez de oito grupos de quatro equipes, como ocorre atualmente. Isso implicaria a disputa de 14 partidas na fase de grupos por clube, ao contrário dos seis jogos atuais. Além disso, o projeto visa também um sistema de liga quase fechada com acessos e rebaixamentos, onde 24 equipes de um total de 32 estariam automaticamente garantidas na edição seguinte.

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Crédito da imagem: Reuters

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