Corinthians supera expectativas e fica próximo de alcançar R$ 50 mi em patrocínios

Meta era de ter, pelo menos, R$ 42 milhões no ano com novos parceiros; medida pode ajudar Alvinegro a contratar jogadores de maior peso no mercado

Gazeta Press

O Corinthians conseguiu fechar na quarta-feira (3 de abril) o último patrocínio que restava na camisa do clube, acertando contrato até o final de 2020 com a MarjoSports. Ainda que não haja divulgação oficial dos valores, o Alvinegro fica bem próximo de ter alcançado uma meta de R$ 50 milhões estipulada no começo deste ano, acima do valor projetado no orçamento.

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Explica-se: a previsão orçamentária é destinada aos conselheiros do clube no começo do ano e necessita de aprovação. Lá ficou estipulado um valor de R$ 42 milhões para a temporada vindos de patrocínio na camisa, o bastante para fechar as contas. Fora da previsão, porém, havia confiança de alcançar a marca de R$ 50 milhões com o uniforme.

O valor dos sonhos, que não leva em conta o acordo de fornecimento de uniforme com a Nike, seria alcançado assim que o clube assinasse um acordo pela manga da camisa, normalmente orçada em R$ 10 milhões por temporada. Como foi fechado já em abril, é provável que ele renda entre R$ 6 e R$ 7 milhões ao clube em 2019.

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O complemento disso vem com o contrato para a parte lateral da camisa, acertado há duas semanas com os postos Ale. Antes, já haviam sido acertados vínculos com BMG (R$ 12 mi anuais, mais participação nos lucros), PES (R$ 4,5 milhões anuais), Positivo (R$ 8 milhões anuais, mais participação nos lucros), Joli (R$ 4 milhões), Universidade Brasil (R$ 8 milhões) e Poty (R$ 5 milhões).

O caixa reforçado pelos patrocínios já foi de bom tom para o Alvinegro neste começo de ano. Conforme publicado pela Gazeta Esportiva, o Alvinegro já fez uso dos R$ 30 milhões adiantados pelo BMG no momento da assinatura do contrato pelo espaço máster da camisa, resolvendo pendências financeiras envolvendo direitos econômicos, comissões e outras transações do futebol.

Com uma folha salarial na casa dos R$ 11 milhões, mais barata do que a do ano passado, o Alvinegro projeta um fluxo de caixa grande o suficiente no final da temporada para fazer investimentos em atletas de um maior renome internacional, ainda que a política da diretoria seja de não pagar valores acima dos R$ 600 mil para nenhum jogador.

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(Crédito da imagem: Agência Corinthians) 

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