Prefiro não revelar o nome: Leila diz que ajuda parte de salário de jogadores do Palmeiras

“Prefiro não revelar o nome”: Leila diz que ajuda parte de salário de jogadores do Palmeiras

Em entrevista ao FOX Sports Rádio, dona da Crefisa admitiu que parceria se estende à bolada anualmente investida no clube

FOX Sports

Desde 2015 sendo a principal patrocinadora do Palmeiras, a Crefisa ajuda o clube a figurar como protagonista nas competições que disputa. Neste período, foram três canecos nacionais, além de contratações bombásticas para qualificar ainda mais o estrelado elenco. Segundo Leila Pereira, até parte do salário de alguns atletas é de responsabilidade da empresa.

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Convidada especial do FOX Sports Rádio desta segunda-feira (3 de dezembro), ela admitiu que a parceria se estende à bolada investida anualmente para estampar a marca na camisa alviverde. E Leila explicou como é feito esse acordo de também pagar salários:

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"Aconteceu isso com o ex-presidente, com o Lucas Barrios (reforço escolhido pelo ex-presidente Paulo Nobre). Eu só entro nos valores. O Palmeiras chega com os valores. Alguns jogadores, sim (arca com salários), mas eu prefiro não citar o nome. Tenho uma história bonita com o Palmeiras e tenho que vir explicar", explicou Leila.

A Crefisa chegou ao Palmeiras em 2015, período em que clube conquistou três títulos nacionais: a Copa do Brasil, em 2015, e os Brasileiros de 2016 e 2018. Segundo a diretoria do Verdão e a patrocinadora, a parceria terá ainda, no mínimo, mais três anos de duração.

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Crédito Foto: Reuters

Outros trechos da entrevista:

Início no Palmeiras:

“Eu me convidei. Assim foi firmado o contrato do maior patrocínio do futebol brasileiro”

“Eu vivi a história, é muito bonita minha entrada no Palmeiras, foi emocional, estritamente emocional. Eu e meu marido nunca tivemos contato nem fomos procurados pelo ex-presidente Paulo Nobre. Entramos por amor ao clube e pela situação que o clube estava. Em 2014, o time estava uma draga, foi salvo pelo Santos”

“Em janeiro de 2015, o Palmeiras não caiu. Falei pro meu marido. Eu estou há 35 anos com meu marido, e ele é muito palmeirense. Desde que me entenda por palmeirense. Falei pra ele “por que não patrocinamos o Palmeiras?”

“Liguei pedindo para falar com Paulo Nobre, não me deram o telefone.”

Valor do patrocínio anual:

“Hoje está em torno de 80 milhões de reais”

Valorização e situação no clube:

“Foi um patrocínio emocional, começou assim. A visibilidade da nossa empresa teve uma proporção que jamais imaginei que tivesse.”

“Se existe briga de ego, é por parte dele, não da minha. Eu quero um clube vencedor. Esse negócio de “ela não pode ser presidente ou conselheira” é o sócio quem decide”

“Não sou politicamente correta, mas eu sou correta.”

Título:

“Todos campeonatos são importantes e (o Palmeiras) será protagonista em todos. Esse ano não chorei e dei muita gargalhada ontem”

Patrocínio milionário de concorrente:

“Achei muito esquisito uma proposta há 2 ou 3 dias antes da eleição. Esse candidato da oposição já era vice-presidente quando cheguei, e o time estava sem patrocínio. Eu acho estranho e não acredito nessa proposta. Mas se tiver proposta superior à da Crefisa e da FAM, eu abro mão do patrocínio. Se eu puder cobrir...”

Pedido por reforços e salários:

“Aconteceu isso com o ex-presidente, com o Lucas Barrios. Eu só entro nos valores. O Palmeiras chega com os valores. Alguns jogadores sim (arca com salários), mas eu prefiro não citar o nome. Tenho uma história bonita com o Palmeiras e tenho que vir explicar"

Ricardo Goulart:

"(Goulart) isso é com o presidente e diretor de futebol, não caio em pegadinhas. O que for possível ajudarmos pra um elenco competitivo, vamos fazer"

Crefisa em outros clubes:

"Não (chance de patrocinar outros clubes). Eu sou conselheira, eu quero terminar meus dias no Palmeiras. Acho inconcebível, estando no clube, patrocinar outros clubes. Eu quero, daqui uns anos, quando alguém lembrar dessa era, lembre da era Crefisa. Como todos lembramos da era Parmalat"

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