Goleiro do Ceará nega Lisca folclórico e relembra dia em que técnico desistiu de dar treino

Goleiro do Ceará nega Lisca ‘folclórico’ e relembra dia em que técnico desistiu de dar treino

Everson conversou com o FOXSports.com.br e contou qual o 'grande segredo' do time cearense neste segundo turno do Brasileirão

Daniel Bocatto

De lanterna do Campeonato Brasileiro a um dos times mais difíceis de ser batido neste segundo turno. A campanha do Ceará passou por um forte abalo no primeiro turno, mas hoje é digna de aplausos, principalmente por conta de um nome em especial do Vozão: Everson. O goleiro, que além de ter salvado a equipe em inúmeras oportunidades, ainda tem um gol de falta na conta nesta competição, conversou com exclusividade com a reportagem do FOXSports.com.br.

Dentre inúmeros assuntos, o arqueiro falou sobre o grande momento vivido com o time cearense neste segundo turno e qual o segredo da equipe, que hoje está fora da zona de rebaixamento. Dos 37 pontos que a equipe soma no Brasileirão, 21 foram conquistados apenas nas últimas 13 rodadas.

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“O segredo do Ceará é muito trabalho. Temos um grupo mesclado. Nomes com história, de atuação na Série A, e de outros que têm oportunidade. Agregou demais esses dois lados para o nosso elenco. Não tem vaidade, é fechado. Faz com que a gente tenha um pós-Copa muito bom. O trabalho do professor Lisca também nos ajuda demais”, disse o goleiro.

Everson também não se esqueceu do técnico Lisca. O comandante chegou ao time cearense no início de julho e vem fazendo um excelente trabalho. O Ceará deixou a zona de rebaixamento e se tornou uma equipe bastante encardida de ser batida. Neste segundo turno, o Ceará soma apenas três derrotas em 12 duelos e segue se mantendo fora do Z-4.

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Apesar do comportamento folclórico e, muitas vezes, autêntico do treinador, o goleiro Everson apresentou uma nova faceta do comandante e relembrou uma passagem, no mínimo, curiosa para um treinador de Série A de Campeonato Brasileiro.

“Eu sou suspeito para falar do Lisca. Ele chegou aqui em 2015 e estávamos brigando contra o rebaixamento para a Série C. Eu era o segundo goleiro, mas ele me colocou como titular. Ele no dia a dia é um cara muito trabalhador. Ele dá treinos muito bons. Não é folclórico, é sentimental. O que ele tem para falar para você ele fala, mesmo que seja na frente de todo mundo. Alguns treinadores são enrustidos. Se ele acha que você errou, ele vai falar na frente de todo mundo. Já houve uma vez que ele fazendo um treinamento, os titulares não estavam bem. Ele parou o treino e decidiu fazer um rachão. Disse que o grupo não estava com a cabeça boa para treinar”, relembrou o goleiro.

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Crédito: Marco Galvão/ Fotoarena

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