Borja lembra desafio de substituir Jesus e exalta apoio no Palmeiras

Borja lembra desafio de substituir Jesus e exalta apoio no Palmeiras

A melhora do colombiano, em sua visão, é explicada por um simples fato: a volta da confiança após uma temporada de adaptação e precisando substituir o atacante do Manchester City

Gazeta Press

Em 23 jogos na temporada, Miguel Borja marcou 15 gols, número muito acima dos 10 tentos anotados ao longo de 43 partidas em 2017. A melhora do colombiano, em sua visão, é explicada por um simples fato: a volta da confiança após uma temporada de adaptação e precisando substituir Gabriel Jesus.

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“O Palmeiras vinha de um título brasileiro (2016) com o Gabriel Jesus, que se movimentava muito na frente, e eu sou um centroavante muito 9. Isso custa. O Cuca foi campeão, podia fazer mudanças e buscar a opção de me colocar, mas eu o respeitei. Ele vinha de ganhar. Foi isso que ocorreu no ano passado”, disse o centroavante ao site FutebolRed.

“Desde o primeiro jogo, o professor Reinaldo (Rueda, no Atlético Nacional-COL) demonstrou que confiava em mim, me deixou desde o primeiro dia os 90 minutos e eu pude responder. Quando cheguei (ao Palmeiras), não encontrei esse respaldo, mas hoje é diferente, tenho apoio de todos”, completou.

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Enfim, fazendo valer o investimento de R$ 30 milhões pelo seu futebol, o atacante foi incluído na lista dos 35 pré-selecionados do técnico da seleção colombiana, José Pekerman. A melhora ocorreu sob o comando de Roger Machado, que desde o primeiro dia no clube mostra um carinho especial com “Miguel”.

“Desde que chegou, ele (Roger) me apoiou, me deu a confiança que eu precisava e mais, por como eu cheguei. Custou, mas essa confiança que ele me deu foi fundamental. Sei o que ele quer e isso é muito importante, agradeço muito”, disse.

“Este ano foi diferente. No ano passado não fiz pré-temporada com a equipe, e este ano eu fiz. Eu me adaptei ao futebol brasileiro, que é diferente de tudo, e a minha família também se adaptou melhor. Isso me deixa mais tranquilo e agradecido com os diretores, os companheiros e a comissão”.

Jorge Luis Pinto, treinador colombiano que fez história à frente da seleção da Costa Rica na Copa do Mundo de 2014, no Brasil, levando o país até as quartas de final e caindo de forma invicta, nos pênaltis contra a Holanda, crê que Miguel Borja tem totais condições de se juntar a estrelas como James Rodrígez e Falcao Garcia na Rússia.

“Sou torcedor da seleção antes que nada. Sonho com que Falcão esteja no Mundial e comigo ao seu lado. Oxalá Deus nos dê essa benção”, finalizou.

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Crédito da imagem: Divulgação/Flickr Palmeiras

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