Médico da Seleção Brasileira estipula prazo para volta de Daniel Alves aos gramados

Jogador sofreu lesão no joelho direito durante a final da Copa da França e será desfalque para a Seleção Brasileira na Copa do Mundo da Rússia

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Em entrevista coletiva concedida nesta sexta-feira (11 de maio), em Paris, o médico da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Rodrigo Lasmar, constatou que a lesão sofrida por Daniel Alves foi no ligamento cruzado anterior do joelho, combinada com uma desinserção do osso no local. A contusão, que tirou o lateral da disputa da Copa do Mundo na Rússia, deixará o atleta longe dos gramados por seis meses.

“Cerca de 6 meses. Não há uma matemática na medicina, pode demorar um pouco mais, um pouco menos”, explicou Lasmar, que ressaltou a necessidade de intervenção cirúrgica.

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“Numa lesão como essa, a cirurgia necessita de um prazo de 6 meses para uma recuperação plena e voltar a jogar. A cirurgia provavelmente será realizada aqui em Paris, pelos médicos responsáveis do PSG. Data, todas as questões cirúrgicas, a gente deixa a cargo do clube, até porque isso não vai acontecer agora, e sim dentro de um certo tempo. Precisamos ir com calma”, reiterou.

Rodrigo Lasmar também enfatizou que, apesar da chateação inicial de Daniel Alves, o jogador logo “virou a página” e passou a focar em sua recuperação.

“Ele ficou muito chateado, é uma notícia pesada, ainda mais às vésperas de uma Copa do Mundo. Mas ele tem um equilíbrio e uma condição emocional muito forte, queria saber exatamente o que estava se passando com seu corpo, queria saber o que ele precisava fazer para voltar a jogar bola. Dito isso, ficou chateado, mas imediatamente virou a página e quis saber como proceder nos próximos passos, disse que não queria ninguém triste por causa disso, que ele quer olhar para a frente, tomar as medidas necessárias e se recuperar o mais rápido possível”, afirmou.

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Por fim, o médico da CBF e da Seleção Brasileira reiterou que o procedimento do Paris Saint-Germain, clube do lateral, foi correto desde o início.

“O procedimento (do PSG) foi correto desde o início. Foi feita uma avaliação inicial, e em um primeiro momento, observou-se a desincerção do ligamento. É uma lesão total. O que aconteceu especificamente é uma coisa muito médica. O diagnóstico foi feito inicialmente pelo PSG. Colocou-se um tempo maior para uma reavaliação, depois de alguns dias, ele já melhorou nas questões do edema e da dor que vinha sentindo, isso facilitou nosso exame”, finalizou.

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Crédito da foto: Pedro Martins/MoWA Press

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