Atlético-MG protocola reclamação na CBF contra arbitragem na estreia: 'Não podemos aceitar'

Diretor de futebol do clube mineiro, Alexandre Gallo, foi até à sede da Confederação Brasileirão de Futebol, no Rio de Janeiro, para reclamar a atuação do árbitro André Luiz de Freitas Castro

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Na opinião da diretoria do Atlético-MG, a arbitragem da estreia do Campeonato Brasileiro, em seu jogo contra o Vasco, nesse domingo, deixou a desejar. O diretor de futebol do clube mineiro, Alexandre Gallo, foi até à sede da Confederação Brasileirão de Futebol (CBF), no Rio de Janeiro, para reclamar a atuação do árbitro André Luiz de Freitas Castro (GO).

“Vim protocolar nossa indignação. Respeitamos muito o Coronel Marinho, o Sérgio Corrêa, que são pessoas que ajudam o futebol. Nossa missão é colaborar e fazer com que a arbitragem tenha um crescimento. Mas não podemos aceitar o que aconteceu ontem, que são lances que as pessoas dizem que são capitais, mas que nos incomodaram muito. Por exemplo, a expulsão que não aconteceu do jogador do Vasco, num carrinho no Luan. Para a gente, nos deixaria numa condição boa no primeiro tempo para vencer a partida. A gente não entende esse tipo de critério, pois é um lance tão claro, perto do árbitro e a três metros do bandeira. O atleta do Vasco entrou por cima da bola de uma forma desleal. Ele entrou para machucar nosso atleta, que está todo marcado. Esse critério tem de ser revisto e nos incomodou. Tenho que protocolar nosso desconforto”, disse em entrevista a Itatiaia.

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O Galo sofreu um duro revés de 2 a 1. O detalhe é que até os 38 minutos do segundo tempo a equipe alvinegra estava ganhando, mas sofreu a virada e tem questionamentos a fazer. Além do lance citado por Gallo, o pênalti marcado pelo juiz, no finalzinho da partida, causou bastante irritação.

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“Não temos dúvida (do pênalti). Porém é um lance que pode até gerar uma situação de dúvida. Mas a condução do jogo não foi como pensávamos. No segundo tempo, já com o 1 a 1, houve uma falta lateral escandalosa no Victor, nosso goleiro, e a falta de diálogo com nossos atletas. Esse diálogo tem que ser curto, mas nesse lance específico incomodou a todos nós, ao nosso capitão, que é o Victor. Não estávamos entendendo essa condução. E esse tipo de ação automaticamente trazia o time do Vasco, com o apoio de sua torcida, para cima da gente, de uma maneira que a gente entendeu que não era boa. Não queremos tirar o peso da derrota e nem jogar a derrota para a arbitragem. Queremos pontuar situações que não foram positivas, que entendemos que para o futebol é importante que coloquemos essa situação para que ela possa ser revista e melhorada”, finalizou.

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(Crédito da imagem: Pedro Souza/Atlético)

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