Atacante do Barcelona e medalhista olímpica: conheça brasileiras que fazem história no esporte

Atacante do Barcelona e medalhista olímpica: conheça brasileiras que fazem história no esporte

No Dia Internacional da Mulher, Andressa Alves e Sarah Menezes, atletas da nova geração brasileira, mostram porque seus nomes têm se destacado no esporte

Julia Sena

A mulher vem ganhando cada vez mais espaço no esporte, e isso não não é novidade. O fato inédito são as barreiras quebradas em modalidades disputadas historicamente por homens. Em 2012, Sarah Menezes, então com 22 anos, entrou para a história do judô como a primeira brasileira a ganhar um ouro olímpico. Já Andressa Alves, de 25, em 2016, como a primeira brasileira a jogar pela equipe de futebol do Barcelona.

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Em entrevista ao site FOXSports.com.br, as atletas relembram parte de sua trajetória e os desafios enfrentados ao longo do caminho. Com histórias opostas, a única semelhança - além do fato de serem mulheres - é o sucesso que conquistaram dentro da sua profissão.

Andressa conta que sempre teve o apoio dos pais, responsáveis por levá-la no seu primeiro teste no Juventus, clube localizado na Mooca, zona leste de São Paulo, o que facilitou cruzar a cidade todos os dias para conciliar a rotina de treino e estudos.

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Para Sarah, o começo foi mais difícil. “No início eu não tinha apoio da família porque meus pais queriam muito que eu me dedicasse aos estudos. Todo mundo pensava que o esporte não levava a lugar nenhum”, contou a atleta. Sarah, que seguiu seu sonho sem esquecer o desejo dos pais, e hoje está prestes a se formar em Educação Física.

E, como toda atleta, Sarah sempre teve como referência ídolos consagrados como Flávio Canto, Tiago Camilo e Edinanci Silva. Enquanto as de Andressa eram mulheres como Marta, Formiga e Cristiane. 

Quando comparado o Brasil a outros países, Andressa, sente que a Espanha lida melhor com alguns aspectos “Aqui fora eles valorizam mais o esporte, a estrutura para as meninas começarem a praticar cedo o que gostam, e isso no Brasil ainda não temos, infelizmente.” Já Sarah vê no seu país um ponto positivo em relação aos demais “ Aqui nós moramos nas nossas cidades e não precisamos morar nos CTs pra ter alto rendimento no judô. Isso é uma vantagem porque é bom estar próximo dos amigos e familiares.”

Sarah conta que é muito gratificante saber que é uma referência como atleta e pessoa dentro do esporte, e Andressa, que apesar de não se enxergar assim, faz um único pedido “O que eu desejo mesmo é que a modalidade cresça no Brasil como é aqui na Europa, e que essas meninas que sonham ser jogadoras, possam ter uma estrutura, um time bom para jogar.”

Sob supervisão de Daniel Tenius e José Ricardo Leite

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Créditos das imagems: Acervo Pessoal e Marcio Rodrigues/MPIX/CBJ

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