Convocado de Tite revela duas posições que poderia ter jogado antes de ir para o gol

Em entrevista à imprensa britânica, Ederson lembrou do início da carreira, quando chegou a atuar na linha

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Ederson chegou ao Manchester City nesta temporada e já caiu nas graças da torcida e do técnico Pep Guardiola. Para além das grandes defesas e do goleiro de alto nível que tem provado ser, o brasileiro de 24 anos também chama a atenção pela facilidade que tem para jogar com os pés. Em entrevista à revista FourFourTwo, ele relembrou a época em que chegou a jogar de meia e lateral, na base do Benfica, e comentou a respeito desta habilidade incomum para sua posição.

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“É um talento natural. Sempre me senti confortável com a bola nos pés, e isso ajuda nos jogos. É algo que trabalho desde quando comecei no São Paulo (nas categorias de base), e com o tempo eu tenho treinado para melhorar. Na verdade, marquei vários gols de falta”. Revelou o arqueiro, que disse que voltaria se arriscar na linha. “Na verdade, quando joguei nos juniores do Benfica, eles sempre me chamavam para jogar no meio-campo se alguém faltava, e eu nunca passei vergonha. Então, se for necessário, eu definitivamente estou pronto. Não seria fácil, ainda mais na Premier League, mas acho que eu dou conta do desafio”, completou.

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De acordo com as estatísticas do site Who Scored, Ederson é responsável por 27 passes a cada jogo do Manchester City, tendo um aproveitamento próximo a 85%. São números expressivos para um jogador de sua posição. Porém, mesmo usando os pés com frequência e tendo passado pelas categorias de base do São Paulo, ele afirma não ter se espelhado em Rogério Ceni durante a evolução do atributo. Foi outro goleiro brasileiro que se tornou referência para o atual titular dos Citizen: Júlio César, com quem dividiu vestiário no Benfica e de quem acabou tomando a titularidade posteriormente.

E se tem um aspecto da carreira de Júlio César que tem tudo para marcar a trajetória de Ederson é a Seleção Brasileira. Este tem integrado as convocatórias de Tite na Amarelinha e, com presença quase garantida na Copa do Mundo deste ano, disputa a titularidade com Alisson, da Roma. Segundo ele, no entanto, isso não pode ser motivo de dor de cabeça para o comandante, mas sim de tranquilidade.

“Todo jogador precisa continuar trabalhando forte, independentemente da situação em seu clube. Acredito que eu preciso manter o que estou fazendo e se eu tiver a oportunidade, preciso jogar tudo que eu posso. No momento, Alisson está muito bem no clube, a Roma, e na Seleção. Na minha opinião, Brasil tem vários talentos na posição. Tite certamente pode dormir tranquilo à noite no que se refere a goleiros”, finalizou.

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Crédito da imagem: reprodução/ Instagram 

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