Arce elogia Roger Machado e revela quando recebeu oferta para treinar o Palmeiras

Arce elogia Roger Machado e revela quando recebeu oferta para treinar o Palmeiras

O ex-lateral, que defendeu o Palmeiras entre 1998 e 2002, também elogiou bastante o atual elenco palestrino

Gazeta Press

Técnico da seleção paraguaia até o final das Eliminatórias Sul-Americanas, Arce demonstrou o interesse de comandar uma equipe brasileira no futuro e relembrou que recebeu convite para ser treinador do Palmeiras em 2014.. Na época, o Verdão buscava um substituto para Gilson Kleina antes da pausa para a Copa do Mundo de 2014 e acabou optando pelo argentino Ricardo Gareca, que estava no Velez, após a recusa do ex-lateral.

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“Recebi uma proposta do Palmeiras em 2014. Eu estava no Cerro Porteño e teve um contato um pouco antes do Gareca assumir o time em maio. Mas eu não gosto de lagar o contrato e abandonar o trabalho no meio”, contou Chiqui, que provavelmente encontraria um cenário complicado no Alviverde. Posteriormente, a equipe do Palestra Itália contratou Dorival Júnior para tentar se salvar do rebaixamento, o que aconteceu na última rodada do Brasileirão após combinação de resultado.

O ex-lateral, que defendeu o Palmeiras entre 1998 e 2002, elogiou o atual elenco palestrino. Arce ainda enalteceu Roger Machado, que tem estilo de jogo similar ao que ele gosta de utilizar em seus times.

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“Primeiro que o elenco é excelente. Ele está comandando um time grande, é meu amigo e um cara excelente, que se preparou muito e já treinou grades equipes (Grêmio e Atlético-MG). Acho que ele tem um elenco com a cara e o jeito do futebol que ele gosta, que é de muita organização, movimentação. Ele vai dar ordem tática ao time”.

Campeão da Libertadores em 1999, o paraguaio de 46 anos acredita que o Verdão é um dos favoritos a conquistar a competição internacional nesta temporada. Para ele, a força do Alviverde em casa é um dos grandes diferenciais do time.

“Uma força muito importante que o Palmeiras tem e vem colhendo os frutos é a força em casa. Já fui duas vezes no estádio e gostei muito. O fator mando de campo é fundamental (na Libertadores), principalmente na fase de grupos, porque é o momento mais complicado, um momento de início (de competição). Depois vira outro tipo de torneio. Pela torcida, a qualidade do elenco e o conhecimento do Roger, acho que é um grande candidato para ir até o último jogo”.

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Crédito Foto: Divulgação/Instagram Selección Paraguaya de Fútbol

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