Uefa se manifesta sobre possível expulsão do PSG da Champions League

A suposta declaração de Aleksander Ceferin, presidente da entidade, causou polêmica na imprensa europeia

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As investigações envolvendo o Paris Saint-Germain por possível descumprimento da regra de fair play financeiro continuam dando o que falar nos bastidores do futebol europeu. Nesta segunda-feira (11 de setembro), o jornal francês L’Equipe revelou que o presidente da Uefa, Aleksander Ceferin, teria declarado aos diretores uma possível motivação para excluir o clube francês das competições europeias.

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“Se quero ser um presidente tão popular quanto foi Michel Platini, sei que devo excluir o PSG dos campeonatos”. A frase publicada pelo jornal vai de encontro ao discurso do dirigente esloveno, que disse não existir nenhum clube acima da lei. A declaração, supostamente dita durante uma reunião da Associação Europeia de Clubes, caiu como uma bomba na mídia esportiva e nos clubes.

Diante da repercussão, a Uefa decidiu se manisfestar. Por meio de uma nota oficial, a entidade condenou a publicação do diário francês e desmentiu qualquer declaração do presidente sobre um possível desfecho da investigação.

“A Uefa nega categoricamente qualquer suposto comentário atribuído ao presidente Aleksander Ceferin por parte do diário francês L’Equipe. Queremos deixar claro que o Comitê de Controle Financeiro dos Clubes atua de forma independente”, disse o órgão europeu, que completou o comunicado pontuando a continuidade das investigações. “Independentemente de qualquer especulação que possa surgir sobre o fair play financeiro, a Uefa garante seguir comprometida em assegurar que esses processos e estas normas sejam seguidas e respeitadas”, completou.

O Paris Saint-Germain segue afirmando que seguiu todas as regras impostas pela Uefa e pela Fifa. A contratação de Mbappé, primeiramente por empréstimo, é a grande justificativa do clube francês para comprovar que seguiu o regulamento. O fair play financeiro assegura que nenhum clube pode participar das competições europeias caso possua um deficit maior que 30 milhões de euros (cerca de R$ 110 milhões) em suas finanças.

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