Em único grande que faltava Oswaldo Oliveira espera rir melhor no Palmeiras

Em único grande que faltava, Oswaldo espera "rir melhor" no Palmeiras

O treinador chegou a estar nos planos do Verdão no começo deste século e, agora, acredita que sorrirá no clube que lhe faltava

Gazeta Press

Ao assinar com o Palmeiras, Oswaldo de Oliveira se tornou o único técnico a trabalhar em todos os clubes grandes de São Paulo e Rio de Janeiro, e faz graça. O treinador chegou a estar nos planos do Verdão no começo deste século e, agora, acredita que sorrirá no clube que lhe faltava.

“É uma questão até acidental eu ter chegado ao Palmeiras por último. Tivemos algumas oportunidades antes, ao longo última década, e não conseguimos fechar. Mas, como quem ri por último ri melhor, tomara que aqui seja a fase mais bem sucedida na minha participação com os clubes de São Paulo”, comentou.

O Corinthians foi seu primeiro local de trabalho como treinador, ganhando a chance em 1999 após ser auxiliar de Vanderlei Luxemburgo, que, na época, foi para a Seleção Brasileira. No arquirrival do Palmeiras, conquistou o Paulista e o Brasileiro de 1999 e fez os torcedores comemorarem um título mundial em 2000. Mas espera se dar melhor no Verdão.

“Não sou o primeiro, não sou o único e não serei o último a treinar Palmeiras e Corinthians. Isso é comum entre os profissionais de futebol, muitos já fizeram isso. O importante é que pretendo manter minha qualidade profissional e realizar um grande trabalho como fiz lá, ou talvez melhor”, estimou.

Nos outros clubes, conquistou o Supercampeonato Paulista de 2002 com o São Paulo, mas passou em branco no Santos, no Flamengo e no Fluminense. No Vasco, foi campeão brasileiro e da Mercosul em 2000, celebrando ainda o Carioca em 2013 pelo Botafogo. Clube pelo qual o treinador lamenta por não ter renovado após ficar em quarto lugar no Brasileiro de 2013, chegando à Libertadores.

“Muitas vezes, o torcedor do Botafogo contestava o nosso trabalho e agora, acontecendo o que aconteceu, escuto outro tipo de retórica. Inclusive alguns falam que o Oswaldo deixou o Botafogo e o Botafogo caiu, mas não fui eu que deixei o Botafogo. Foi o Botafogo que me deixou”, disse ao se apresentar no Palmeiras, lembrando o rebaixamento do Alvinegro carioca.

No Santos, o técnico acredita que foi demitido em setembro por interferência política. Mas celebra toda a experiência que acumulou nos grandes de Rio e São Paulo. “Fico muito orgulhoso. Até bem pouco tempo, não sabia disso e não foi esse o motivo que me atraiu ao Palmeiras. Mas é um motivo de orgulho ter trabalhado nas grandes equipes de São Paulo e Rio de Janeiro”, comemorou, apontando benefícios.

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“À medida que o treinador ganha experiência, o tempo passa e vai somando clubes em sua história, vai melhorando, ficando mais tranquilo, tendo mais conhecimento. É legal juntar essa experiência com uma possibilidade de desenvolver um grande trabalho no Palmeiras. É uma coisa que combina muito bem”, declarou.

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