Saiba as diferenças entre os ovais da Nascar

Saiba as diferenças entre os ovais da Nascar

Pode-se ter a impressão de que os circuitos da categoria são todos iguais, mas cada tipo tem sua particularidade; conheça aqui

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Mais uma temporada da Sprint Cup começa neste domingo (23) com a Daytona 500, considerada uma das provas mais famosas da Nascar. Mas o que o Daytona International Speedway tem de diferente dos outros autódromos também tradicionais, como Talladega, Dover ou Homestead? Para um fã de Nascar a pergunta pode soar até ofensiva. Mas quem acompanha mais o automobilismo das pistas mistas, como a Fórmula 1, por exemplo, pode ficar com a impressão de que as corridas e os ovais da principal categoria de automobilismo norte-americano, com as curvas sempre para a esquerda, são todos iguais. 

Nem todos os circuitos da Sprint Cup são ovais e obrigam o piloto a virar só para o mesmo lado. O calendário da Sprint Cup inclui duas pistas mistas: Watkins Glen, no estado de Nova York (onde Emerson Fittipaldi conquistou sua primeira vitória na Fórmula 1, quando o GP dos Estados Unidos era disputado nesse circuito, em 1970) e Sonoma, na Califórnia.

Dentre os ovais, as principais diferenças estão no tamanho, formato, inclinação e tipo de asfalto utilizado. 

Tamanho

Superspeedway
São as pistas ovais com mais de duas milhas de extensão: Daytona, Indianápolis, Talladega, Pocono e Michigan são os exemplos mais famosos. A velocidade dos carros pode ultrapassar 350 km/h (Talladega, por exemplo, é considerada a ‘milha mais rápida do mundo’), e os carros com motor mais potente costumam levar vantagem nesse tipo de circuito. A chance de grandes batidas envolvendo dezenas de pilotos é bem maior do que nos outros autódromos – assim como a possibilidade de uma zebra vencer a corrida. 

Os carros, normalmente, andam próximos uns dos outros para utilizar o vácuo, aproveitando-se do ar de forma a fazer a aproximação e tentar a ultrapassagem. 

Intermediários
Constituem a maioria dos circuitos presentes no calendário da Nascar e variam entre 1,5 e duas milhas. As mais famosas são Fontana, Chicago, Las Vegas, Kentucky, Atlanta, Charlotte, Homestead, Kansas e Texas. Cabe ao piloto determinar a melhor forma de andar e o ponto certo para ultrapassar. 

Short Tracks
São os menores circuitos, cuja extensão não ultrapassa 1,3 milha. O menor de todos é o de Martinsville, que tem um pouco mais de meia milha de comprimento (847 m). Bristol é somente 11 metros maior, conhecido como o “Coliseu da Nascar”, por ser cercado de arquibancadas por todos os lados, e famoso por ser “a meia milha mais rápida do mundo”. Outros exemplos são Dover (a “Milha Monstro”), Iowa, Darlington, Richmond, Phoenix, Rockingham e New Hampshire. 

Nessas pistas, os carros não conseguem passar de pouco mais de 160 km/h (com exceção de Bristol). O contato entre os participantes é intenso e é difícil chegar ao final da corrida ileso. 

Formato

Oval puro
Pistas que possuem duas retas e duas curvas simétricas. Dover, Bristol e Homestead, por exemplo, são ovais puros. 

Quadri-oval
Circuitos em que há uma reta maior, duas curvas maiores e uma reta menor entre elas. Atlanta, Charlotte e Texas são as principais com essa configuração. 

Em formato de D
Las Vegas, Michigan e Kansas tem a forma da pista assemelhada à da letra “D”, com uma reta, duas curvas e uma “reta-curva”. 

Tri-oval
Daytona possui três retas e três curvas, assim como Pocono, Phoenix e Talledega. 

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Inclinação

Todos os ovais apresentam alguma inclinação em retas e curvas, mas a quantidade de diferentes obliquidades varia de pista para pista. Nas retas, o ângulo costuma ser menor. A função da inclinação é ajudar o carro na “downforce”, a força que “puxa para baixo”. Significa, basicamente, que, quanto mais próximo do chão está o carro, mais depressa passa o ar rarefeito por debaixo dele. Assim, a pressão fica menor e há um ganho de velocidade. Além disso, a inclinação é importante pela segurança, já que permite que o carro ande mais rápido sem perder a tração, pois os pneus acabam sendo forçados pela “downforce” e geram mais aderência com o solo.

Assim, os circuitos com forte inclinação fazem com que os carros andem em maior velocidade, especialmente nas curvas – parte em que, normalmente, ocorrem os acidentes mais feios. 

Indianapolis, por exemplo, possui 9 graus de inclinação nas curvas, considerado um valor baixo. New Hampshire também tem pouca inclinação, com somente 7 graus. Por outro lado, Talladega é uma das mais inclinadas e chega a 33 graus; Daytona tem 32. Ambos os autódromos são considerados como de alta inclinação, assim como Bristol, que tem 30. Charlotte e Dover, por exemplo, não passam de 24 graus, e podem ser classificadas como pistas de inclinação mediana. 

Tipos de asfalto

As pistas com asfalto mais antigo ou de concreto são mais abrasivas – ou seja, aumentam o consumo dos pneus. Rockingham e Bristol são exemplos desse tipo de superfície. As pistas lisas, que foram recentemente recapeadas, provocam muito menos desgaste, e é comum que nelas se vejam muitas estratégias de combustível. Michigan está nesse último grupo.

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