Se não publicamente, ao menos internamente a FIFA sente os efeitos das manifestações que tomam as ruas do Brasil desde a quinta passada (13 de junho). A entidade máxima do futebol, que teve carros hostilizados e o hotel em que estão hospedados os seus representantes atacado, trabalha com a possibilidade de interromper a Copa das Confederações. A informação é da rádio CBN.
A FIFA já teria, inclusive, consultado o setor jurídico para saber quais seriam as consequências do cancelamento: a resposta que obteve é a de que, pela Lei Geral da Copa, pode acionar o governo brasileiro em caso de cancelamento da competição por falta de garantias segurança.
A rádio destacou que pelo menos uma delegação, que trouxe os familiares para o Brasil, manifestou o desejo de abandonar a Copa das Confederações por precaução. Segundo as informações da CBN, a seleção em questão seria a Itália. O presidente Blatter também está deixando o país verde-amarelo assustado – o projeto inicial era de que acompanhasse o torneio até o final.
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Mudança no cenário
Em entrevista coletiva nesta sexta-feira (21 de junho), a FIFA afirmou que em nenhum momento foi cogitada a possibilidade de cancelamento da Copa das Confederações.
"Apoiamos o direito de liberdade de expressão e direito de protestar de forma pacífica. Mas condenamos a violência. Estamos em contato constante com a segurança pública e temos total confiança. Em nenhum momento pensamos em cancelar a Copa das Confederações e também nenhuma seleção fez o pedido de se retirar da competição".