WGP 52: Lutando em casa, Vitor Miranda vibra com retorno ao kickboxing: 'Objetivo se realizando'

Após saída do UFC, o veterano lutador está de volta aos ringues da luta em pé. Você confere o card do WGP 52, neste domingo (16), ao vivo, a partir das 21h, no FOX Sports 2.

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Reportagem de Luiz Fernando Ferreira*
Um dos lutadores mais carismáticos do Brasil, Vitor Miranda, que 'flertou' com a aposentadoria após saída do UFC, retorna ao kickboxing contra o paraguaio Elias Rodriguez, na luta principal do WGP 52. O card não só marca o retorno do 'Lex Luthor' em duelos em pé, como também, à terra natal. Natural de Joinville, o brasileiro vai lutar com toda torcida a favor.
 
Em entrevista exclusiva ao FOXSports.Com.Br, Vitor Miranda comentou sobre sua preparação para esse combate, a expectativa de retornar ao kickboxing e a possibilidade de voltar a lutar MMA.  Com trajetória vitoriosa no Muay Thai e K-1, o veterano está preparado para um duelo experiência versus juventude contra o paraguaio.
Expectativa do retorno
 
A expectativa é muito boa, pois eu sempre tive no coração a luta em pé, inclusive cogitava em 'fugir' do UFC para fazer um evento em pé. Mas, sei que seria difícil, pois nunca perguntei para o UFC se podia ou não. Porém, sempre tive essa vontade, sempre teve convite para lutar em pé novamente, mas agora, é o objetivo se realizando.

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Confronto de gerações com o paraguaio
Sei muito pouco sobre ele, meu adversário trocou pela terceira vez. Mas agora para falar verdade, não consegui achar material sobre ele. O que eu sei, é o que as pessoas me falam nas entrevistas, que ele é um cara novo, mas tem muita luta no kickboxing. Mas será aquele clássico juventude x experiência. Mas acredito que mina experiência vai prevalecer. O meu camp foi bem intenso, ao todo foram cinco semanas de camp, pois assinamos o contrato em cima da hora. As coisas passaram muito rápido e não queria deixar passar essa oportunidade.
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Pressão por lutar em casa
Acredito que a emoção vai ser a mesma de todas essas lutas que eu já fiz, inclusive no UFC, que era o maior palco que lutei na minha vida. Acredito que não terá tanta diferença na emoção. Porém, a responsabilidade de voltar a lutar muay thai, aquilo que sei fazer de melhor, tem uma pressão minha pessoal por provar que fiz a escolha certa. Além da pressão de lutar em casa, mas é uma pressão positiva, que vai ajudar a dar o meu máximo lá em cima. O Único frio na barriga mais que vai dar, é de lutar na frente da família e amigos, pois por incrível que pareça, é mais fácil lutar fora do Brasil, emocionalmente falando. Pois, em seu país será a sua própria torcida ali gritando por ti. Mas será uma pressão positiva que vai servir como motivação total.
Retorno ao MMA
A ideia principal é conseguir me manter no kickboxing. Se eu conseguir lutar frequentemente, junto com uma boa bolsa, eu pretendo ficar lutando kickboxing. Porém, sou lutador e tenho essa carta na manga de lutar tanto kickboxing, quanto ao MMA. Então, na verdade vou respeitar o que for melhor para mim,qual for a melhor oportunidade, tanto de crescimento e financeira. Estou aberto para as duas modalidades.

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Crédito: Divulgação

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