Fabio Azevedo: Sofrimento não pode parar

O técnico Alberto Valentim não vive um bom momento no comando do Vasco

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Qual a semelhança entre o técnico do Vasco e a Auto Escola? Ambos gostam de um volante. Bom, vamos analisar o trabalho, as escolhas e o que vem sendo mostrado em campo. No comando do Alberto, o time disputou 11J, 2V, 4E e 5D, 10 pontos conquistados em 33 disputados, aproveitamento de 30,3%. Em um time que precisa de organização, o treinador escolhe 3 volantes e improvisa um lateral como meia. Falta opção para mudar o esquema? Não. Será que ninguém próximo ao treinador pode indicar que ele precisa rever os conceitos apresentados?

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Faltam 8 rodadas e, sob o comando dele, o time deixou 5 pontos para os dois últimos colocados do Campeonato Brasileiro. Contra o Sport, ele mostrou que suas convicções estão equivocadas. Ele perde o Yago Pikachu e lança o Andrés Ríos. Ora bolas, sai um meia e entra um atacante. E a organização? Como faz pra bola chegar aos atacantes?

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Quando o jogo estava empatado e o Sport sufocando, ele perde o Leandro Desabato e coloca o Bruno Consedey. Ou seja: seis por meia dúzia. Cadê a ousadia, saída da mesmice, o fato novo? Definitivamente, Alberto Valentim tem mostrado ser mais do mesmo.

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Meias estão no banco para um lateral jogar improvisado e o esquema tático não muda (3 volantes e 2 meias improvisados). Torcedor vascaíno, que nunca abandonou o time, prepare o coração porque a reta final será igual a passeio de bugre nas dunas: com emoção!

Crédito da foto: Carlos Gregório Jr/Vasco

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