Fla detalha negociação de Paquetá e diz que pode receber mais que na venda de Vinicius Jr

Bruno Spindel, CEO do Rubro-Negro carioca, fez as revelações em entrevista ao site Coluna do Flamengo

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O Flamengo acertou na última semana a venda do meia Lucas Paquetá para o Milan por 35 milhões de euros (cerca de R$ 151 milhões) e mais possíveis bonificações futuras. Apesar de o valor ser inferior aos 45 milhões de euros (R$ 165 milhões na cotação da época) – além do Rubro-Negro ter uma parcela menor nos direitos econômicos – da venda de Vinicius Júnior para o Real Madrid, o clube carioca pode receber um valor maior ao da venda do atacante.

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“Isso pode acontecer porque, na venda do Paquetá, o valor líquido que vai sobrar para o Flamengo pode ser superior ao que sobrou na venda do Vinicius”, disse, ao site Coluna do Flamengo, Bruno Spindel, CEO da equipe da Gávea. O dirigente também confirmou que o momento do negócio não foi o melhor, mas defendeu a transferência.

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“Poderia esperar um pouco mais? Poderia, mas é da vida. Já era um negócio que vinha se desenhando desde o início do ano. Não é que a gente fez agora e poderia ter feito em janeiro. Na verdade, a gente conseguiu segurar até agora. Eu veria de outra forma. Acho que estamos sendo responsáveis com o patrimônio do clube. Um atleta desse nível você deixar chegar muito perto do vencimento do contrato, você coloca o clube em uma situação de risco para não ter tempo de repor à altura. Óbvio que dói”, disse Spindel, que seguiu:

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“No ponto de vista de recurso, que ficou entre 85% e 90% para a próxima gestão, ficou muito bom para o clube. Você corre o risco também que, conforme o tempo vai passando, por exemplo, se chegasse a um ano do contrato dele vencer aqui, o atleta pode esperar bater seis meses e sair de graça”, afirmou o cartola, que ainda completou explicando o motivo do negócio.

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“Claro que o Flamengo queria contar com ele por mais tempo, aumentar o contrato, etc. É um sonho de diversos atletas jogar na Europa, jogar na Liga dos Campeões. O Milan é um clube gigantesco, é rubro-negro, que é interessante. Essa questão do atleta brasileiro em jogar na Europa, essa palavra é forte, mas é um mal para o futebol brasileiro. A gente não consegue oferecer os mesmos sonhos”, concluiu.

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Crédito da foto: Gilvan de Souza/Flamengo