Tite dá "puxão de orelha" na Seleção Brasileira após vitória sobre a Arábia Saudita

Na coletiva de imprensa após o triunfo por 2 a 0, o técnico afirmou que o grupo teve um desempenho técnico abaixo, mas exaltou a parte defensiva

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*Por Gazeta Press 

A Seleção Brasileira não confirmou a expectativa de goleada e venceu o amistoso contra a frágil Arábia Saudita por apenas 2 a 0, na tarde desta sexta-feira (12 de outubro), em Riade. Após a partida, o técnico Tite admitiu que a atuação de seus comandados foi abaixo do esperado.

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“Desde o início ela (Seleção Brasileira) não teve o desempenho que imaginávamos. Ela teve um desempenho técnico abaixo. Ela joga mais, produz mais, compete, tem um nível de concentração maior, mas esteve abaixo”, avaliou o treinador.

Após desperdiçar chances, o Brasil só abriu o placar aos 42 minutos do primeiro tempo, quando Gabriel Jesus aproveitou grande passe de Neymar. Alex Sandro, de cabeça, ampliou nos acréscimos da etapa final.

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Embora não tenha sido muito ameaçada, a Seleção errou passes e ofereceu oportunidades aos sauditas, que não as aproveitaram. Tite, contudo, elogiou a atuação defensiva da equipe canarinho. “O que teve de normal foi quando ela conseguiu neutralizar as jogadas de velocidade da Arábia”, afirmou.

O comandante aproveitou a fragilidade do adversário para fazer alguns testes. A linha defensiva, por exemplo, foi formada por Fabinho, Marquinhos, Pablo e Alex Sandro, todos jogadores considerados reservas. As experiências, segundo Tite, influenciaram no desempenho da Seleção.

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“Quando você mexe com a estrutura básica da equipe e começa a colocar jogadores, eles não têm os links, as aproximações e as triangulações dos setores, mas serve para essas observações”, explicou.

Por fim, Tite ainda reconheceu que o nível de competitividade do amistoso estava baixo, a ponta de ter compaixão com o goleiro Al-Owais, expulso no segundo tempo por ter defendido um chute fora da área com a mão.

“O nível de competitividade estava baixo. Jogamos contra uma seleção anfitriã, contamos com o carinho de seu torcedor. Na hora da expulsão, dei um abraço no goleiro. Se dependesse de mim não seria expulso. Não é justificativa, porque ela produziu abaixo, mas a atmosfera do jogo não foi aflorada. Foi um jogo da amizade”, concluiu.

Na próxima terça-feira (16), às 15h, em Jidá, ainda na Arábia Saudita, a Seleção Brasileira não terá um jogo da amizade. O adversário desta vez será a Argentina.

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Crédito Foto: Lucas Figueiredo/CBF

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