Aguirre explica Everton no banco e tática para vencer o clássico apenas no segundo tempo

Treinador uruguaio disse que o atacante treinou apenas três dias e que Everton ainda corre risco de lesão

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O técnico Diego Aguirre preferiu não expor qualquer abatimento na coletiva de imprensa após a amarga derrota para o Palmeiras em pleno Morumbi por 2 a 0. Tentando passar tranquilidade, o treinador uruguaio, chamado de burro por parte da torcida ao fim da partida, admitiu que a estratégia era segurar o Palmeiras no primeiro tempo para tentar a vitória na etapa complementar com a entrada de Everton, que não tinha condições de jogar 90 minutos.

“Ainda temos muitos jogos pela frente e não vamos desistir de tentar somar a maior quantidade de pontos para ver o que acontece. É verdade que não foi um bom jogo, nós tomamos um gol de bola parada que condicionou a ideia, a estratégia que tínhamos para o jogo, que era segurar e tentar a vitória no segundo tempo com as mudanças e encontrar situações ofensivas”, afirmou Diego Aguirre.

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“Assim como falo quando as coisas vão bem e o time ganha, é um trabalho compartilhado por todos, não é mérito só de um, estamos todos na mesma. É verdade que não fizemos um bom jogo e era uma decisão, mas temos que assumir esse momento e reverter rapidamente. Estamos todos machucados e entendo que a torcida esteja brava, porque todos esperávamos outra coisa hoje”, prosseguiu.

O comandante são-paulino também explicou sobre a opção de não iniciar o Choque-Rei com Everton entre os titulares. Após treinar normalmente durante a semana, o atacante só entrou no segundo tempo pelo fato de ainda correr risco de sofrer uma nova lesão por não estar completamente recuperado.

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“Mudou tudo quando tomamos o primeiro gol, aí o time sentiu, ficamos em desespero e rapidamente tomamos o segundo. Foi um momento que o time sentiu e ficamos um pouco desconcertados. Gostaria que Everton estivesse bem, é um jogador claramente titular do time, mas só treinou três dias, não estava para jogar 90 minutos, ainda tem um risco de lesão e optamos por deixá-lo para o segundo tempo”, revelou, antes de comentar sobre os improviso de Rodrigo Caio na lateral-direita.

“Optamos por outras alternativas, coloquei Rodrigo [Caio] justamente pela qualidade dele no jogo aéreo e tomamos um gol de bola parada. Sabemos a força do rival, mas aconteceu esse gol que mudou nossa ideia de jogo, que era avançar e ir fazendo as trocas para que o time fosse mais ofensivo”, concluiu.

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