Mano detona arbitragem e faz alerta para a final contra o Corinthians

O treinador reclamou muito do uruguaio Andrés Cunha após o empate com o Boca Juniors

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Ao término do jogo entre Cruzeiro e Boca Juniors, na noite dessa quinta-feira (5 de outubro), no Mineirão, empatado por 1 a 1, sobrou pelo lado celeste reclamações sobre a arbitragem. Jogadores e comissão técnica rapidamente questionaram atitudes do juiz. O técnico Mano Menezes também entrou no ritmo da reclamação. Além disso, o treinador celeste insinuou que os erros podem se repetir contra o Corinthians, nas finais da Copa do Brasil, nos dias 10 e 17 de outubro.

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“A gente não vai ter astral baixo, teremos a dor da perda. Tem que ser sentido diferente de quando a gente vence. Agora temos que ser inteligentes para fazer a análise correta. O torcedor já teve uma atitude bonita, viu algo em campo que o agradou em termos de entrega. Se não deu certo, estávamos jogando contra o Boca, não contra o Ibis. Temos uma final pela frente, estaremos fortes, também vamos jogar contra um grande, vamos abrir o olho porque as coisas podem se repetir”, destacou.

O Cruzeiro perdeu o primeiro duelo na Argentina, por 2 a 0, e empatou com o Boca nessa quinta-feira. O técnico Mano Menezes lamentou sair da competição com apoio da arbitragem.

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“Sabíamos que seriam dois jogos grandes, difíceis, mas que também tínhamos condições de passar. Um grande vai ficar, o outro vai passar. Gostaria eu que fosse só o jogo que determinasse a passagem, estaríamos parabenizando nosso adversário, no futebol tem que saber perder. Mas não foi o que nos 180 minutos. todo mundo sabe o que aconteceu em Buenos Aires, foi tão absurdo que a Conmebol liberou o Dedé para a volta, isso é assumir o erro grosseiro que aconteceu. O jogo estava 1 a 0, poderia ser diferente aqui. Viemos aqui para um jogo de superação, descontar 2 a 0 contra grandes equipes é difícil. Nos entregamos, fizemos um jogo não de tantas oportunidades, mas com chances para vencer. Mas para a nossa surpresa, desde o início faltinhas aqui, algumas paralizações. Na minha opinião fizemos um gol legal que foi mal anulado. Saímos dessa forma, só isso me deixa chateado. Não tenho nada a reclamar da equipe, teve suas limitações, mas mesmo com isso poderíamos ter passado. Mas vamos tocar a vida”, finalizou.

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Crédito da foto: Vinnicius Silva/Cruzeiro EC

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