'Não vejo ninguém no Brasil com futebol igual ao meu', diz herói do Cruzeiro na Libertadores de 97

Nesta quinta-feira, com transmissão exclusiva do FOX Sports, a Raposa recebe o Boca Juniors em duelo da volta pelas quartas de final da Libertadores

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Por Daniel Bocatto

Eram 21 anos sem um título de Libertadores. Até que, diante de um Mineirão abarrotado, o Cruzeiro venceu o Sporting Cristal, na grande final, por 1 a 0, e levou o bicampeonato da competição. Elivelton, herói do título e autor do único gol diante dos peruanos, conversou com exclusividade com a reportagem do FOXSports.com.br e falou sobre o lance eternizado na memória do torcedor celeste.

“O gol mais importante foi o da Libertadores. Até mesmo por ser um título internacional. É lembrado ano após ano pela mídia, pelo torcedor do Cruzeiro. Está eternizado na nação azul. Quando se fala em Cruzeiro na Libertadores, é o meu gol que é noticiado”, disse Elivelton, com orgulho na voz.

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O Cruzeiro precisará de toda a força do Mineirão. Nesta quinta-feira, com transmissão exclusiva do FOX Sports, a Raposa recebe o Boca Juniors em duelo da volta pelas quartas de final da Libertadores. Na ida, na Argentina, os xeneizes venceram por 2 a 0 e abriram boa vantagem.

Multicampeão por clubes como São Paulo, Corinthians e Cruzeiro, Elivelton aproveitou para fazer uma crítica ao futebol atual e sobre a ausência de talento e de nomes de qualidade no esporte nacional. O ex-atacante ainda destacou que hoje em dia não há sequer espaço para os talentosos.

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“Olha, não vejo ninguém com um futebol semelhante ao meu. Na nossa época tínhamos um futebol com meias e pontas de muita qualidade. Hoje os atletas são muito genéricos. Hoje conta é o pulmão para correr e marcar e não a técnica que você tem. O nome do time grande se sobressaia por que tinha talento. Sabia driblar, fazer uma firula. Hoje você não pode fazer nada disso. O time pequeno supera o time grande e iguala na força. Hoje o Campeonato Brasileiro é o mais difícil porque é o mais nivelado. Todo mundo corre e não porque é bom de ver. Tem essa correria, mas futebol que é bom nada”.

(Crédito da imagem: Divulgação/Cruzeiro)

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