Fabio Azevedo: Hora da garotada vascaína

Goleada mostra que apostar nos meninos formados em São Januário pode trazer frutos a curto prazo e receitas para o clube

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Não vou ficar atento ao placar de 4 a 1 sobre o Vitória para analisar o futuro do Vasco no Campeonato Brasileiro. Atuar em São Januário vai fazer falta, mas há uma luz no túnel e não é no fim dele. A base oferece jogadores de qualidade para que o Milton Mendes possa ter mais opções.

Guilherme Costa, Henrique, Ricardo, Mateus Vital, Evander, Andrey, Bruno Cosendey e Paulo Vitor formam um time de futuro para o Vasco. Em alguns casos, a aposta no jogador rodado e caro não deu certo. O ano passado foi um exemplo, mas a aposta na base é importante para que o time tenha futuro.

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Os meninos entraram bem contra o Vitória, fora de casa, e mostraram personalidade em Salvador. Agora, não pode jogar nas costas deles a responsabilidade de resolver. Cabe ao técnico Milton Mendes dosar a entrada deles em busca do equilíbrio.

Que tal esta formação: Martín Silva, Gilberto, Ricardo, Breno e Ramon; Bruno Cosendey, Jean, Guilherme Costa e Nenê; Paulo Vitor e Luís Fabiano? Esta mescla apontaria para um futuro, para 2018, 2019 e alguns ativos entrariam no mercado.

Douglas surgiu assim e está indo embora, o que é normal no futebol. Não dá para abrir mão de R$ 45 milhões. Agora, se a base for bem trabalhada e bem lançada, outros “Douglas” vão surgir e o torcedor não vai passar tanto sufoco, assim como os cofres do clube.

Uma venda deste tamanho ou perto garante a longevidade de um clube de futebol.

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