Simon: Perdoem-me, mas vou falar do meu filho e o que lhe transmito de dicas

Em seu blog semanal, o árbitro de três Copas do Mundo escreveu sobre Ramiro, que aos 19 anos é lateral direito no Barra da Tijuca, clube que disputa a segunda divisão do Carioca

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O maior orgulho de um pai é ver um filho bem encaminhado na vida. Neste aspecto, sou um homem realizado. Todos os meus quatro filhos estão traçando seu caminho pelo mundo utilizando com honestidade, competência e ética a régua e o compasso formados pela educação que receberam em casa e nos bancos escolares.

O meu mais recente motivo de satisfação é Ramiro Simon, meu filho caçula. Aos 19 anos, ele recém assinou seu primeiro contrato de jogador profissional. Está atuando pelo Clube Atlético Barra da Tijuca que disputa a segunda divisão do futebol carioca. Em 2015 jogou no Montreal Impact do Canadá, jogou também no sub-20 da Chapecoense no ano passado. É um lateral direito técnico, habilidoso e determinado. É um atleta de grupo, agregador e humilde.

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Como pai acompanho atentamente a carreira do meu filho, procuro auxiliá-lo transmitindo os conhecimentos que aprendi durante minha trajetória como árbitro de futebol. Enfatizo, especialmente, que além da técnica e do preparo físico, o respeito aos adversários e à arbitragem, junto com a lealdade, o companheirismo e o fair play - são requisitos indispensáveis, para forjar um grande jogador de futebol e um homem de honra.

Perdoem-me os leitores por fugir momentaneamente da análise da arbitragem de futebol, que é o tema usual deste espaço, mas não poderia deixar de registrar este momento especial - alegre e feliz para mim, meu filho e demais familiares.

Boa sorte, Ramiro. Bola para frente!

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