“É covardia”: Prass reclama e revela conversa entre Thiago Santos e preparador

Durante entrevista coletiva nesta quinta-feira, o goleiro afirmou a discussão no Moisés Lucarelli contribuiu para o tropeço do Alviverde na primeira partida da semifinal do Paulistão contra a Ponte Preta

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O zagueiro Edu Dracena já havia dito que ainda não consegue explicar o que ocorreu na derrota do Palmeiras contra a Ponte Preta, em Campinas, mas nesta quinta-feira (20 de abril), o goleiro Fernando Prass teve que dar novas explicações sobre o confronto. Desta vez, o assunto foi a confusão entre o volante Thiago Santos e o preparador físico Omar Feitosa, que trocaram empurrões à beira do campo.

“É uma covardia exaltar o ambiente na quarta (após a vitória sobre o Peñarol), e na derrota se questionar o mesmo ambiente. Não perdemos porque o ambiente é ruim, nem ganhamos porque é bom. Perdemos porque fomos mal. O Omar já explicou para gente, para o Thiago Santos. Infelizmente, no futebol não dá para sempre pedir por favor. Às vezes uma atitude mais forte acontece. Nosso ambiente é tão bom que resolvemos internamente, não traz prejuízo, faz a gente mais forte”, afirmou o goleiro, colocando ponto final na confusão.

A confusão aconteceu na marca de 20 minutos do primeiro tempo em Campinas. Com a Macaca já vencendo por 2 a 0, um lance envolvendo Fernando Bob e Zé Roberto, que simulou ter sofrido uma agressão do alvinegro próximo ao banco de reservas, provocou uma discussão entre os atletas em campo. Assim, Thiago Santos, um dos mais irritados, empurrou Willian Pottker e precisou ser contido por Omar Feitosa, que bateu boca com o volante.

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Consciente de que o clima de tensão também deverá tomar conta do Estádio Palestra Itália, neste sábado, Fernando Prass prega que o Verdão saiba usar bem a energia que virá das cadeiras da Arena alviverde. Para o confronto, 33 mil ingressos já foram vendidos.

“Com certeza vai ser um jogo muito disputado, com níveis de tensão bem altos. Temos que trabalhar isso, porque é algo muito subjetivo, cada um reage de uma maneira em situações rápidas”, explicou o camisa 1, antes de falar sobre a expectativa da partida.

“A Ponte Preta tem uma vantagem grande. Será uma batalha, uma missão difícil. A sensação de classificar poderá ser diretamente proporcional à dificuldade do jogo. Se conseguirmos avançar, vai ser sensacional para todo mundo, time, torcida, grupo, campeonato, sequência do ano. Seria um acréscimo de energia absurdo”, finalizou.

No sábado (22), o Verdão encara a Ponte Preta, às 19h, no Allianz Parque, pelo jogo de volta da semifinal do Paulistão. Após perder o primeiro jogo por 3 a 0, em Campinas, o Alviverde precisa de uma goleada por quatro gols de diferença para avançar, ou um triunfo por três tentos de vantagem para levar a decisão para os pênaltis.

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