Sem dinheiro, chilenos obtêm acordo para quitar fiança até quarta-feira

Mesmo em liberdade, os torcedores chilenos não poderão deixar o Brasil antes da realização de um julgamento no Juizado Especial Criminal

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Chilenos ainda não conseguirão do Brasil após confusão em Itaquera (Ricardo Moreira/ Fotoarena)
Chilenos ainda não conseguirão do Brasil após confusão em Itaquera (Ricardo Moreira/ Fotoarena)
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Torcedores chilenos detidos na confusão que marcou a partida entre Corinthians e Universidad de Chile, na noite de quarta-feira, em Itaquera, obtiveram liberdade provisória. Eles deveriam arcar com fianças que variavam de três salários mínimos (para 21 deles, acusados de desacato e danos ao patrimônio) a cinco (para dois deles, respondendo por lesão corporal) até esta sexta-feira, mas, sem toda a quantia necessária, firmaram um acordo com o juiz Rubens Pedreiro Lopes e poderão efetuar o pagamento até quarta-feira.

Mesmo em liberdade, os torcedores chilenos não poderão deixar o Brasil antes da realização de um julgamento no Juizado Especial Criminal (JeCrim), caso haja denúncia por parte do Ministério Público (MP), e deverão informar à Justiça o local de sua estadia. Três dos detidos em Itaquera já estão liberados – um jornalista e uma mulher foram soltos na quinta-feira e um residente no Brasil nesta sexta-feira, mais cedo, após a audiência realizada no Fórum Criminal da Barra Funda.

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A confusão com os torcedores de La U em Itaquera se intensificou no intervalo da vitória do Corinthians, por 2 a 0, quando a Polícia Militar (PM) decidiu agir com a justificativa de conter atos de vandalismo, entrando em confronto com os chilenos.

Enquanto os torcedores respondem à Justiça brasileira, o Corinthians cobra da Universidad de Chile o reparo dos danos em seu estádio e ameaça acionar a Conmebol se houver intransigência por parte do clube adversário na primeira fase da Copa Sul-Americana.

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